Páginas

domingo, 28 de março de 2010

Repassando:

Estamos de LUTO.
Vergonhoso, repugnante, triste e temeroso o que aconteceu em nossa nação ontem.
Assusta-me saber que um dia seremos regidos novamente pelo NAZISMO e a sociedade pacata, pseudo solidária brasileira começa exibir a sua SUÁSTICA em plena REDE GLOBO e nos paredões da sociedade.
Lamento como tudo foi demonstrado neste programa e como a audiência alimentou esse chiqueiro, esse esgoto social.
A comunidade LGBT, Judeus e cidadãos bem intencionados, brasileiros que sabem conviver com as diferencas, deveriam em sua história, nunca esquecer o que que nos foi metido pela garganta abaixo.
A mídia é perversa e mais uma vez a manipulação e a omissão de muitos nos leva a essa derronta vergonhosa.
Lamentável mulheres brasileiras que em plena rede nacional opta por esse "Ser" como sendo o seu favorito.
Mais uma vez os Crimes de Ódio contra a comunidade LGBT e o espancamento em mulheres "Lei Maria da Penha", foram alimentados por uma mídia vergonhosa e por um povo disimulado.
Trailer do filme: Sexualidade e CRimes de Ódio
--
Vagner J.B. de Almeida
Staff Associate
Mailman School of Public Health
Columbia University
Center for Gender, Sexuality & Health
722 west 168th, # 908
New York, NY 10032

Governo Federal, Estadual e sociedade civil unem forças no combate à discriminação religiosa

Divulgando:
          Autoridades assinam termo de compromisso para criação de Centro de Referência de Enfrentamento à Intolerância Religiosa e a Promoção dos Direitos Humanos e junto com lideranças religiosa e socais lançam a Campanha Quem é de axé, diz que é!
          A cerimônia aconteceu no Teatro Gláucio Gill na última segunda-feira (22/3). O Ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos; a Secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Benedita da Silva e o Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos (SUPERDir), Cláudio Nascimento assinaram termo de compromisso para convênio de implantação do Centro de Referência de Enfrentamento da Intolerância Religiosa e Promoção dos Direitos Humanos. Estiveram presentes também importantes lideranças religiosas como Mãe Beata de Iemanjá, Ogan Marcus Resende, Sheik Saladim Mohammed, representante da Federação Israelita do Rio de Janeiro Sergio Niskier, Pastor Batista João Carlos, Babalaô Ivanir dos Santos, entre outras de diversos credos.
         “O Brasil é um país de todos, independentemente de credo, cor ou raça. Enxergamos a criação do Centro de Referência como uma importante ferramenta na diminuição dos crimes contra religiosos em razão de não aceitação das diferenças”, afirmou o Ministro Édson Santos.
         Já a Secretária Benedita da Silva destacou “a grande responsabilidade deste convênio que estamos assinando agora para a construção de uma política de paz e respeito. Nossa secretaria, através da SuperDir, tem desempenhado um papel importante neste processo. Vejo como um marco a criação do Centro e a Secretaria, já mobiliza e mobilizará mais esforços ainda para a sua ampliação”, declarou.
         O Superintendente Cláudio Nascimento vai além: “Defender o Estado Laico não pode ser pretexto para não se posicionar frente às situações de discriminação e violência em razão da religiosidade. Recebemos muitas denúncias de casos de discriminação e intolerância em todo o Estado. Por isso, este Centro de Referência de Enfrentamento da Intolerância Religiosa assumirá um papel importantíssimo na defesa de vítimas e segmentos que sofrem intolerância e discriminação religiosa, pois garantirá e promoverá os direitos humanos como um valor de promoção da diversidade”.

Informações para a imprensa:
Salete Lisboa Tels: (21) 2334-5519/5533/8596-5150
Márcia Vilella /Diego Cotta Tels: (21) 2284 2475 / 2234 9621 / 8158 9692 / 8158 9715
Contatos com a SUPERDir/SEASDH:
Tels. (21) 2334-5545/5546/9538 superdir@social.rj.gov.br

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Matéria publicada em fevereiro/2010 na Revista S!

VERÃO: SAMBA, SUOR, CERVEJA, SEXO, SEXO, SEXO...

Por Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista; Colaboração: Ygor Moura.

O verão é para muitos a estação mais gostosa do ano e, com ela, podem surgir diversas situações que comprometem a saúde, incluindo doenças, mudança da atividade sexual, vaidade, etc. Saiba como se cuidar e passe o verão saudável e mantendo e aumentando a beleza física e o “poder sexual”!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Matéria publicada em janeiro/2010 na Revista S!

Samba X Bareback: É Carnaval !?
Por Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista; Colaboração: Ygor Moura; .

Dizem que o Brasil só funciona depois de se esbaldar durante os dias de folia, no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife e por aí vai. Antigamente, o Carnaval era restrito aos “quatro dias de folia”, porém atualmente, desde novembro que já se vê as quadras das escolas de samba repletas, e a partir de dezembro a Marques de Sapucaí já fica lotada nos finais de semana.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Matéria publicada em dezembro/2009 na Revista S!

O mapa atualizado da Aids no Brasil
Por Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista; Colaboração: Ygor Moura;

Por ocasião do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, o Ministério da Saúde atualizou alguns dados da epidemia no nosso país. O perfil da epidemia está no Boletim Epidemiológico Aids/DST 2009 (preliminar), que foi divulgado em 26/11/2009.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Matéria publicada em novembro/2009 na Revista S!

Beijo entre iguais. “Bom é beijar”!
Por Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista; Colaboração: Ygor Moura.
Um beijo entre duas pessoas do mesmo sexo incomoda mais que a corrupção?

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Matéria publicada em setembro/2009 na Revista S!

“Saúde, muito amor e muito prazer”
Com informações do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

Por: Dr. Jorge Eurico Ribeiro, Médico Infectologista; Colaboração de Ygor Moura; Blog Saúde&Sexo

quinta-feira, 25 de junho de 2009

PROTESTO ANTI-HOMOFOBIA??? "FUCK YOU!"

Vídeo anti-homofobia com jovens gays e lésbicas vira febre no You Tube;
Entre nessa você também!

_


A cantora britânica Lily Allen, 24, gravou a música Fuck You [Foda-se] que virou febre no YouTube com uma campanha superfofa com gays e lésbicas dos Estados Unidos e da França contra os homofóbicos. O vídeo serviu de protesto contra a homofobia, no Dia Mundial Contra a Homofobia, no último dia 17 de maio.
_
Por causa do puritanismo de alguns países, a música ganhou o segundo título de Guess Who Batman no seu segundo disco It's Not Me, It's You. Com muita pinta e descontração, os jovens gays e lésbicas dublam a cantora que diz:
_
“Olhe por dentro/ Olhe por dentro da sua mente pequena/ Depois olhe mais atentamente/ Pois ficamos tão desanimados,/ Tão enjoados/ De todo o ódio que você guarda/ Então você diz que é não é certo ser gay/ Eu acho que você é perverso/ Você é apenas um racista/ Que não faz o meu tipo/ Seu ponto de vista é medieval. Foda-se, foda-se/ Foda-se muito, muito, muito!/ Pois odiamos o que você faz/ Odiamos toda a sua turma/ Por favor, não chegue perto!”
_
Gays e lésbicas de vários países entraram na campanha superdivertida, que pede um basta à homofobia. A música já é uma das mais fervidas em clubes europeus e americanos. Por aqui, deve chegar com toda força, inclusive nas paradas do orgulho gay de norte a sul desse Brasilzão. Engrosse esse refrão e para os homofóbicos grite FUCK YOU very, very much!




Fuck You

Look inside,
Look inside your tiny mind
Now look a bit harder
Cause we're so uninspired,
so sick and tired of all the
hatred you harbor
_
So you say
It's not okay to be gay
Well I think you're just evil
You're just some racist who
can't tie my laces
Your point of view is medieval
_
Fuck you (Fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
And we hate your whole crew
So please don't stay in touch
Fuck you (Fuck You)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
And it's getting quite late
So please don't stay in touch
_
Do you get,
Do you get a little kick out of
being slow minded?
You want to be like your father
It's approval your after
Well that's not how you find it
_
Do you,
Do you really enjoy living a
life that's so hateful?
Cause there's a hole where
your soul should be
Your losing control of it and
it’s really distasteful
_
Fuck you, Fuck you, Fuck you,
Fuck you, Fuck you, Fuck you, Fuck yooooou
You say
You think we need to go to war
well you're already in one
Cause it's people like you
who need to get slew
No one wants your opinion
Fuck you…
Fuck you, Fuck you, Fuck you,
Fuck you, Fuck you, Fuck you
_
_
Fonte: site www.mundomais.com.br
_

sábado, 13 de junho de 2009

PRECONCEITO EXPULSO DA ESCOLA

Travestis e transexuais poderão trocar de nome na caderneta escolar e na lista de chamada na rede pública estadual


Rio - Quando voltar às aulas, em agosto, Flávio Ferreira Rodrigues, 24 anos, vai, finalmente, se apresentar como Kakau Ferreira Rodrigues — e assim ser chamada por colegas e professores. Ela é uma das dezenas de jovens travestis e transexuais que vão ganhar o direito de ver na caderneta escolar e na lista de chamada o nome com o qual querem ser reconhecidos. Além disso, poderão se vestir de acordo sua identidade de gênero. A medida vale para toda a rede estadual de Educação e em breve valerá também para ações da Secretaria Estadual de Saúde.
Há 6 anos Kakau luta para não ser mais chamada de Flávio na escola.

“Muitos jovens deixaram a escola por não respeitarem a opção sexual deles”, informou o superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos do estado, Cláudio Nascimento, um dos mais atuantes ativistas gays do País. “Estamos empenhados para colocar isso em prática ainda no próximo semestre.
Adotamos essa ideia, porque, além de ser uma excelente proposta, essa era uma das maiores vontades apontadas pelos alunos no Programa Verdade e Consequência”, afirmou a secretária estadual de Educação, Tereza Porto. O programa consiste em conscientizar estudantes sobre sexualidade. Os interessados em ter nas cadernetas e na ficha de chamada o nome substituído devem procurar a secretaria da unidade onde estudam. Há 6 anos, Kakau luta para ser chamada assim. “Já que dizem que os direitos devem ser iguais, quero ser chamada de Kakau e poder me sentir feminina também na escola. Quero que minha opção seja respeitada”, disse ela, que fora da colégio usa roupas femininas. Kakau conta que as colegas e algumas professoras da Faetec já não a chamam de Flávio: “Ser chamada pelo nome de registro me incomoda muito”.
Por: Amanda Pinheiro
Fonte: O Dia Online

sexta-feira, 22 de maio de 2009

PALESTRA SEXO ANAL CANCELADA

Informamos que a palestra "SEXO ANAL: E POR QUÊ NÃO?", com Dr Jorge Eurico, não será mais realizada nesta 6a feira, por motivo de força maior.
Anunciaremos uma nova data em breve.
_