segunda-feira, 25 de agosto de 2008
AIDS NÃO! PROTEJA-SE. USE CAMISINHA!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
FIOCRUZ TESTA REMÉDIO QUE PODE PREVENIR CONTAMINAÇÃO POR HIV
200 homossexuais serão cadastrados para pesquisas com o Truvada,
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"Há outros modelos de estudos em andamento, mas essa droga é a que se mostrou mais promissora", disse o infectologista do Instituto de Pesquisas Clínicas e coordenador do estudo na Fiocruz, Jorge Eurico Ribeiro.
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O estudo global está sendo conduzido pela Universidade de São Francisco e é patrocinado pelo National Health Institute, o ministério da saúde norte-americano, e pela Fundação Bill Gates. Reúne 3.000 voluntários de seis países, que serão acompanhados por um ano e meio.
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O Truvada foi escolhido por ser um medicamento seguro, com poucos efeitos colaterais e já foi utilizado por cerca de 150 mil pessoas. O comprimido será tomado um vez ao dia por metade dos voluntários. A outra metade irá tomar placebo.
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"Se o número de infecções for menos no grupo que recebeu o Truvada, isso pode indicar que ele é eficaz na prevenção da contaminação. Se o índice de novas infecções for baixo em ambos os grupos, teremos conseguido uma forma de aconselhamento que efetivamente reduziu o risco HIV", explicou Ribeiro, ressaltando que a equipe da Fiocruz está efetivamente comprometida em diminuir os índices de infecção.
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Durante as 72 semanas da pesquisa, os voluntários serão examinados e farão exames mensalmente, além de responderem a um questionário anônimo sobre o seu comportamento sexual no período. Ribeiro enfatizou que o grupo receberá camisinhas e orientações de como evitar a contaminação.
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"Vamos acompanhar um grupo de alto risco e cruzaremos as informações que eles nos darão com os exames para chegar ao resultado", explicou Ribeiro. Os voluntários têm de ser homens que façam sexo com homens, tenham no mínimo 18 anos e sejam HIV negativo, saudáveis e sexualmente ativos.
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O fabricante do Truvada, o laboratório Gilead Sciences está fornecendo os comprimidos para o estudo, mas não participou do desenho, implementação ou aplicação do estudo, informou Ribeiro. "O estudo está totalmente de acordo com padrões éticos e foi aprovada pela Fiocruz e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) do Ministério da Saúde", disse ele.
Para maiores informações sobre a pesquisa, entre em contato através de:
email: iprex@iprex.com.br ou ligue GRÁTIS 0800-28-47739
domingo, 3 de agosto de 2008
CONFERÊNCIA AIDS 2008: BRASIL É NOTÍCIA NO MÉXICO
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Considerando somente o gasto nacional, unicamente o Brasil, a África do Sul , e a Federação Russa estão gastando mais para frear a doença, revelou o documento. .O mesmo indica que a infecção foi reduzida de três a 2.7 milhões de pessoas no final do ano passado e as mortes por aids diminuíram para 2 milhões.
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Elaborado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids), o informe assegura que o futuro da epidemia ainda é “incerto”, pelo que urge intensificar ações preventivas e de tratamento. No mundo há 33 milhões de pessoas que vivem com o HIV, número que traduz uma estabilização da epidemia, mas a um custo alto, porque “o silêncio, o temor e a vergonha” ainda permitem que esta doença se multiplique com estigmas e discriminação.
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E se a taxa de novas infecções baixou em vários países, no plano mundial esta tendência é compensada em parte pelos novos casos em outros países, sobretudo entre os mais pobres. A metade de todas as infecções pelo HIV correspondem a mulheres, percentagem que tem se mantido estável durante os últimos anos; e em geral se registra um aumento entre os jovens de 15 a 24 anos de idade. O informe destaca que o número de pessoas em tratamento aumentou em um milhão, tendo alcançado um total de três milhões de pacientes que recebem terapia com anti-retrovirais, o que resultou na redução do número de mortes pela aids de 2.2 (2005) a 2.1 milhões (2006) e depois a dois milhões (2007).
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“Continuam existindo cinco novas infecções para cada duas pessoas que entram em tratamento. Desta forma, fica claro que não estamos contendo a epidemia o suficiente”, disse Paul de Lay, da Unaids. O acesso ao tratamento melhorou muito, no entanto, sem lograr os objetivos mundiais. Segundo a Unaids, em 2007 os programas contra o flagelo dispuseram de 10 bilhões de dólares, 8 bilhões a menos que o necessário.
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A tuberculose ainda é a causa principal de morte para quem vive com o HIV em países de pobres. No informe, Philippe Lamy, representante da Organização Mundial de Saúde no México, assinalou que a tuberculose triplicou sua prevalência em países com alta incidência de HIV nas últimas duas décadas. Carlos Núñez, representante da Unaids para a América Latina, informou que em 2007 as novas infecções foram estimadas em 140 mil, tanto que o número de pessoas que vivem infectadas chegou a 1.7 milhões. Se estima que naquele ano 63 mil pessoas morreram como consequência de enfermidades ligadas à aids.
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A epidemia na AL se mantém geralmente estável; a transmissão na região se dá principalmente entre homens que fazem sexo com homens, professionais do sexo e, em menor medida, usuários de drogas injetáveis. Brasil y México têm as mais altas taxas de contágio; o primeiro tem mais de 40 por cento dos casos (730 mil); o México tem mais de 2 mil pessoas HIV-positivas.
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Números que doem A cada dia cerca de 7 mil 500 pessoas se infectam pelo HIV no mundo, a maioria por contato sexual ou pelo consumo de drogas injetáveis. A África subsaariana continua sendo a região mais afetada pela epidemia. 67 por cento dos casos globais se registram naquela região. A maior incidência também está ligada a mais mortes pela enfermidade. 72 por cento das mortes pela aids ocorrem na África subsaariana.

por Eugenia Jiménez, traduzido por Ygor Dias Moura
Fonte: Jornal Milênio - Cidade do México http://www.milenio.com/mexico/milenio/notaanterior.asp?id=989753
quinta-feira, 31 de julho de 2008
AIDS CRESCE NA CHINA E INDONÉSIA MAS MELHORA NA ÁFRICA, DIZ RELATÓRIO DA ONU

Mas a Aids ainda cresce em países como a China, a Indonésia, o Quênia, Moçambique, Papua Nova Guiné, a Rússia, a Ucrânia e o Vietnã. As contaminações pelo HIV também estão aumentando em países como a Alemanha, a Grã-Bretanha e a Austrália.
"Os avanços na preservação de vidas ao evitar novas contaminações e fornecer tratamento para os portadores do HIV devem ser mantidos no longo prazo", disse em um comunicado o diretor-executivo do Unaids, Peter Piot. "Os ganhos de curto prazo devem servir de plataforma para revigorar os esforços que combinam prevenção e tratamento e não para alimentar qualquer tipo de complacência." O relatório veio a público cinco dias depois de o Congresso dos EUA ter aprovado uma grande ampliação do programa de combate à Aids e a outras doenças na África e em outras partes do mundo. A medida agora precisa ser sancionada pelo presidente americano, George W. Bush.
Na América Latina, a estimativa do órgão é de que 140 mil novos casos de infecções com o vírus surgiram no ano passado, elevando a 1,7 milhão o número de soropositivos no subcontinente. Cerca de 63 mil pessoas morreram por doenças decorrentes da Aids no ano passado, na região, onde a transmissão do vírus ocorre principalmente em homens que fazem sexo com outros homens, garotos e garotas de programa e (em menor extensão) usuários de drogas injetáveis.
No Brasil, falta de prevenção e tratamento na Amazônia e no sertão
Na divulgação do relatório, o Ministério da Saúde estimou que 600 mil pessoas viviam com HIV no Brasil em 2007, das quais 180 mil já desenvolveram os sintomas e estão em tratamento com remédios anti-retrovirais. O Brasil registra 30 mil novos casos por ano, sendo cerca de um terço deles na população de 15 a 24 anos. Por ano, morrem 11 mil pessoas no país em decorrência da doença. A incidência da doença é estável no Brasil nesta década. A taxa de novas infecções pelo HIV caiu em vários países, mas essa queda foi contrabalançada globalmente pelo crescimento de novas infecções em outras regiões.
O coordenador do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, disse que há avanços na situação mundial, mas enfatizou que é preciso garantir o acesso universal dos portadores do HIV a tratamento, assim como oferecer testes em larga escala. Ele disse que o uso de preservativos é a melhor saída para prevenir a doença e acrescentou que o Brasil serve de exemplo para o mundo.
A AIDS EM NÚMEROS
Número total de infectados por região:
África subsaariana : 22 milhões
Africa do Norte e Oriente Médio : 380 mil (sendo 320 mil só no Sudão)
Ásia do Sul e do Sudeste : 4,2 milhões
Ásia do leste : 740 mil
América Latina : 1,7 milhão
Caribe : 230 mil
América do Norte : 1,2 milhão
Europa Ocidental e Central : 730 mil
Europa Oriental e Ásia Central : 1,5 milhão
Oceânia : 74 mil
Novas infecções pelo HIV em 2007:
África subsaariana : 1,9 millhão
África do Norte e Oriente Médio : 40 mil
Ásia do Sul e do Sudeste : 330 mil
Ásia do Leste : 52 mil
América Latina : 140 mil
Caribe : 20 mil
América do Norte : 54 mil
Europa Ocidental e Central : 27 mil
Europa Oriental e Ásia Central : 110 mil
Oceânia : 13 mil
Fonte: O Globo Online / Agências Internacionais
quinta-feira, 24 de julho de 2008
NÚMERO DE JOVENS GAYS MASCULINOS COM HIV CRESCE 70,5%
O número de jovens homo e bissexuais masculinos com HIV no País aumentou 70,5% em uma década, revelou o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Em 1996, homossexuais e bissexuais masculinos representavam 24,1% do total de casos da doença entre 13 e 24 anos. Em 2006, a proporção saltou para 41,1% dos casos na mesma faixa etária. Entre heterossexuais, a proporção também aumentou neste período, mas numa velocidade menor, 51,6%.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
JOVENS GAYS NÃO PROCURAM MÉDICO POR MEDO DE PRECONCEITO
Durante o evento, foram entrevistados 576 adolescentes menores de 20 anos, dos quais 527 se declararam lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais. Desse total, apenas 41% disseram procurar assistência médica em locais considerados apropriados, como postos de saúde, clínicas ou hospitais. Já a maioria dos que buscam assistência, informou que a procura normalmente para casos urgentes e não participa de acompanhamento regular.
Dos entrevistados, 82% avaliaram os serviços de saúde como inadequados e excludentes. Disseram que gostariam de ser atendidos nos serviços sem sofrer preconceito. “Os adolescentes gays se sentem retraídos e resistem a buscar acompanhamento médico e psicológico em unidades de saúde. A rede precisa acolhê-los ao invés de inibi-los, pois a vulnerabilidade pode fazer com que o jovem adote comportamentos de risco”, afirma a coordenadora de Saúde do Adolescente de São Paulo, Albertina Duarte Takiuti.
Política pública – A Secretaria da Saúde está desenvolvendo programa específico para atendimento de adolescentes LGBT em todo o Estado de São Paulo. O objetivo da iniciativa é preparar a rede para abordar o adolescente para que fique à vontade quando falar sobre sua conduta sexual ou afetiva, deixando de lado medos e vulnerabilidades que possam levá-lo a comportamentos de risco, como o sexo sem preservativo ou abuso de drogas e álcool, por exemplo.
Para isso, será realizada uma ampla capacitação de profissionais de saúde. A relação de confiança com os médicos também será fundamental para que o jovem relate qualquer problema de saúde que possa estar ligado à opção sexual, evitando o agravamento da doença. Na Casa do Adolescente de Pinheiros, serviço oferecido pela pasta da Saúde, os profissionais já são orientados a fazer uma abordagem diferenciada, que não intimide o jovem.
Uma das recomendações, por exemplo, é para que em vez de perguntar se o adolescente tem namorado ou namorada, indagar se está saindo com alguém ou “como vão os amores”. “Queremos trabalhar a auto-estima desse cidadão, assim como suas emoções e projetos pessoais, fatores determinantes do estilo de vida, que pode ser saudável ou não”, assegura Albertina Duarte.
Levantamento informal realizado na Casa do Adolescente constata que 10% dos jovens atendidos mensalmente na unidade têm conduta LGBT. Para Albertina, o número pode ser maior, pois muitos ainda escondem esta informação, por medo do preconceito. “Normalmente o adolescente assume sua condição após pelo menos três consultas”, informa.
Fonte: Secretaria da Saúde de São Paulo
segunda-feira, 7 de julho de 2008
ANTI-RETROVIRAIS TRANSFORMAM AIDS EM DOENÇA CRÔNICA
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De acordo com um estudo divulgado no Journal of the American Medical Association (Jama), nos países industrializados, as pessoas que se tornaram soropositivas em conseqüência de contato sexual parecem ter um risco de mortalidade similar ao da população em geral nos cinco primeiros anos após a infecção. Seu risco de falecer cresce, porém, depois desse período, afirmam os autores do trabalho.
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Vários estudos relataram a baixa espetacular da mortalidade entre as pessoas infectadas pelo vírus HIV desde a entrada, no mercado, em 1996, de terapias anti-retrovirais eficazes nos países industrializados.
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Um grupo de pesquisadores, liderado pelo Dr Krishnan Bhaskaran, do "Medical Research Council Clinical Trials Unit", em Londres, analisou a evolução da mortalidade de 16.534 soropositivos comparativamente à da população em geral não-infectada, entre 1981 e 2006.
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Depois, essa taxa de mortalidade diminuiu a cada ano até chegar a 6,1 (em mil) em 2004-2006, ou seja, um índice comparável ao de pessoas não-infectadas.
domingo, 22 de junho de 2008
“PREVENÇÃO É PARA TODOS E NÃO SÓ PARA PORTADORES DO HIV”, DIZ ATIVISTA HUGO HAGSTRÖM
domingo, 15 de junho de 2008
FIOCRUZ ANUNCIA ESTUDO DE PREVENÇÃO AO HIV
O Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas - IPEC, da FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz, anunciou, esta semana, o início de uma nova pesquisa clínica de prevenção ao HIV, vírus que causa a AIDS. A pesquisa é chamada IPrEx - Iniciativa Profilaxia Pré-Exposição.sexta-feira, 6 de junho de 2008
CONFERÊNCIA GLBT É A PRIMEIRA A RECEBER APOIO GOVERNAMENTAL
O presidente Lula segura a bandeira do arco-íris, que representa o movimento GLBT, ladeado da primeira-dama Marisa Letícia, e o secretário de Direitos Humanos, Paulo VannuchiLula disse ainda que conhece o preconceito nas entranhas e defendeu a criação de um Dia de Combate à Hipocrisia: "Sabem por que é preciso criar o Dia do Combate à Hipocrisia? Porque quando se trata de preconceitos, eu o conheço nas minhas entranhas, eu sei o que é preconceito. Talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano. É uma doença que a gente não combate apenas com leis. A lei ajuda, a Constituição ajuda, montar conselhos ajuda, tudo ajuda, mas é um processo cultural".
O presidente não escondeu, porém, o desconforto de colocar na cabeça um boné do movimento gay, oferecido pelo travesti Fernando Bevenute.
