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sexta-feira, 15 de maio de 2009

RIO INCLUI MODALIDADE 'HOMOFOBIA" NOS BOLETINS DE OCORRÊNCIA



17/5 - Dia Internacional de Combate à Homofobia

A partir de junho, os boletins de ocorrência das delegacias do Estado do Rio de Janeiro contarão com a opção "homofobia" entre as possíveis motivações para um crime. A classificação desse tipo de violência pela polícia é inédita no país e foi divulgada nesta sexta-feira pelo governo estadual, atendendo uma antiga reivindicação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros (LGBTT)."
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Para ter políticas públicas voltadas para um segmento da população especificamente, precisamos de demandas da sociedade. Com os dados, teremos estatísticas oficiais para justificar nossas reivindicações", comemora a presidente da Associação de Travestis, Transgêneros e Transexuais (Astra-Rio), Marjorie Marchi.O governo também anunciou o investimento de R$ 100 mil no treinamento de combate à violência motivada pela orientação sexual da vítima, direitos dos LGBTT e práticas policiais para 5 mil agentes. O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, Cláudio Nascimento, explica que a mudança nos boletins de ocorrência e a capacitação de policiais fazem parte do plano Rio sem Homofobia, elaborado pelo governo em parceria com a sociedade, em 2008.
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Além de ações na área de segurança, o programa abrange medidas nas áreas de saúde, educação e mercado de trabalho, por exemplo, além de estipular prazos para cumprimento de metas. Para garantir a aplicação do plano, o governo também vai anunciar na próxima segunda-feira a criação de um conselho com 60% de representantes da sociedade e 40% de gestores públicos.
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Uma das entidades que terá assento garantido é Grupo Arco-Íris. A presidente da organização não-governamental, Gilza Rodrigues, afirma que a aplicação do plano poderá ser o fim da violência contra os LGBTT. Pesquisa divulgada esta semana pela Fundação Perseu Abramo aponta que 47% dos GLBTT foram vítimas de violência por conta da orientação sexual e 25% dos brasileiros admitem ter aversão a essa parcela da população.
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Para chamar atenção ao problema, a ONG organiza neste domingo o Dia Internacional de Combate à Homofobia, uma caminhada na orla de Ipanema, onde 3 mil flores vão simbolizar os assassinatos motivados pela orientação sexual da vítima.
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"Esse é um ato de reconhecimento das perdas, que foram muitas. Depois, um espaço para cobrar a aprovação do projeto de lei que torna crime a discriminação por orientação sexual, assim como é crime a discriminação por raça, etnia e religião", destacou a presidente do Arco-Íris.
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Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 15 de abril de 2009

TAMANHO É DOCUMENTO SERÁ TEMA DE PRÓXIMO ENCONTRO DO GRUPO ARCO-ÍRIS


Nesta sexta-feira, dia 17 de abril, o Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista e Pesquisador do IPEC – Fiocruz e HGNI, Coordenador Regional da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro (SIERJ) e Colunista exclusivo do Jornal O Sexo, facilitará sua oficina mensal no Grupo Arco-Íris que tem como objetivos orientar a toda comunidade LGBT sobre saúde e sexualidade.
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Venha saber e perguntar tudo aquilo que você quer conhecer mais sobre sexo, e assuntos científicos e médicos relacionados ao tema, sem preconceitos!
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Para este mês o tema será: Tamanho é Documento?!
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Dia: 17 de abril de 2009
Horário: 19h30min em ponto!
Local: Grupo Arco-Íris
Rua Monte Alegre, 167-A, Santa Tereza
(esta rua fica em frente ao Supermercado Mundial da Rua do Riachuelo)
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Informações:(21) 2222-7286 / 2215-0844
ENCONTROS ARCO-ÍRIS
Sexualidade, auto-estima, saúde e cidadania.

Fonte: Grupo Arco-Íris

quarta-feira, 8 de abril de 2009

LGBT AGORA É PROBLEMA ESTADUAL

Governo cria conselho a ser instalado na data mundial de combate à homofobia, 17 de maio

A cada dois dias um homossexual é assassinado. No Brasil, 68% dos gays, lésbicas, transexuais e bissexuais já sofreram algum tipo de agressão e 12 milhões já foram vítimas de preconceito e aversão. Para mudar essa realidade, o governo do estado criou, por decreto publicado na sexta-feira, o Conselho dos Direitos da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais,Travestis e Transexuais, vinculado à Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.
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– Esse conselho não foi tirado da cartola – conta Cláudio Nascimento Silva, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da secretaria. – Há dois anos, estamos fazendo políticas públicas para assegurar e promover nossos direitos. Não será uma medida para inglês ver. É importantíssimo que o estado inclua os homossexuais na agenda pública.
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O conselho será composto por 40 membros, dos quais 16 serão representantes das secretarias de Segurança; Administração Penitenciária; Saúde e Defesa Civil; Trabalho e Renda; Educação; Turismo, Esporte e Lazer; os outros 24 serão representantes da sociedade. Também estarão representados o Ministério Público do Estado, a Defensoria Pública, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Assembléia Legislativa (Alerj). Será criado um fórum para decidir os requisitos para escolhas dos membros. A posse será em 17 de maio, data mundial de combate à homofobia. A função de membro do conselho é considerada como serviço público relevante e por isso não serão remunerados.
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– Queremos que todos os setores governamentais fiquem atento para o problema, porque ele está aí e deve ser atacado em diversas frentes. Não é possível que homossexuais sejam perseguidos e agredidos fisicamente por terem orientação sexual diferente – afirma Nascimento Silva.
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O conselho faz parte de um programa mais amplo, o Rio sem Homofobia, que será lançado em 28 de junho, dia mundial do orgulho gay e lésbico. Em junho de 2007, foi criada a câmara técnica do projeto e em maio de 2008 foi realizada a primeira Conferência Estadual de Políticas Públicas para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT), que reuniu 700 delegados de 72 municípios.
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– Não acredito em política pública sem mecanismos de acompanhamento e avaliação. Com o plano Rio sem Homofobia, o estado vai criar uma rede de proteção básica aos homossexuais – diz o superintendente.
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A mais recente briga é para aprovar o projeto 122/2006, da Câmara dos Deputados, que propõe a criminalização da homofobia. O projeto a equipara ao crime de discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional e gênero e o autor da violência fica sujeito a pena, reclusão e multa. Para cada variação da homofobia, há uma penalidade específica, que atinge no máximo cinco anos de reclusão. Para os casos de discriminação em estabelecimentos comerciais, os proprietários ficarão sujeitos a reclusão e suspensão do funcionamento por até três meses. Também será considerado crime proibir a manifestação de carinho. A lei precisa ser votada no Senado, mas encontra oposição de setores conservadores e religiosos.
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A luta por direitos vem desde 1996, quando a comunidade conseguiu aprovar a Lei Municipal 2.475/1996, que determina penalidades para as práticas discriminatórias por orientação sexual em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos. A lei passou a vigorar em todo o estado quatro anos depois. A mais recente conquista foi em 2007, com aprovação do regulamento 215/2007, que estende o direito de pensão a companheiros e companheiras de servidores públicos homossexuais. A regra já era válida para a capital desde 2002.
por: João Paulo Aquino
Fonte: Jornal do Brasil

segunda-feira, 30 de março de 2009

CIRCUNCISÃO MASCULINA PREVINE INFECÇÃO POR HIV, HERPES GENITAL E HPV

Procedimento só não mostrou resultados contra a sífilis, diz estudo.
Redução do risco ficou em 50%, 28% e 35%, respectivamente.

Esse é resultado de um estudo publicado na quinta (26/03) na revista "The New England Journal of Medicine". Um resultado preliminar do estudo já havia comprovado, em 2006 a redução do risco de contaminação pelo HIV em 50% a 60% no grupo submetido ao procedimento.
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O trabalho é conduzido em Ruanda, por uma equipe da Universidade Johns Hopkins, nessa que é uma das áreas africanas mais duramente atingidas pela Aids. Nessa etapa da pesquisa os cientistas queriam avaliar o impacto da circuncisão sobre a sífilis, a herpes genital e o HPV, doenças sexualmente transmissíveis, comuns em todo o mundo.
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Foram mais de 5 mil voluntários, todos sorologicamente negativos para as doenças, com idades entre 15 e 49 anos. Os pacientes eram submetidos a circuncisão imediatamente ou dois anos mais tarde. O acompanhamento era feito com exames de sangue e consultas pelo menos três vezes durante os dois anos do estudo.
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A redução do risco de contaminação pelo vírus da herpes apareceu logo no início do estudo e foi apresentado ao mundo científico em uma conferência no ano passado. A circuncisão masculina reduziu em 28% o risco de contaminação pelo vírus do herpes genital no grupo de participantes operado. De forma semelhante, o risco de serem contaminados pelo vírus do HPV foi reduzido em 35% no grupo tratado. Apenas com relação à contaminação pela sífilis a circuncisão não foi eficiente, não apresentando redução do risco de contaminação.
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Esse resultado tem implicações não só no campo da saúde masculina mas também traz boas notícias para as mulheres. Intervenções de saúde pública no campo das doenças sexualmente transmissíveis afetam as taxas de transmissão dessas doenças e suas consequências. A diminuição da contaminação masculina pelo HPV pode impactar a ocorrência do câncer de colo de útero, além de proteger o homem de outros tumores malignos que estão ligados à essa infecção.
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A Academia Americana de Pediatria informou que vai revisar suas diretrizes visando a inclusão da indicação da circuncisão masculina entre elas.
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Por: Dr. Luis Fernando Correia
Fonte: Site G1.com

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sábado, 28 de março de 2009

MICHEL SIDIBÉ, DA ONU, VISITA ARCO-ÍRIS E ASSUME COMPROMISSO COM LGBT


“NÓS FAREMOS A DIFERENÇA NA LUTA CONTRA A AIDS”
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O diretor-geral do Programa de Aids da ONU, Michel Sidibé, visitou o Grupo Arco-Íris
e estuda parceria com LGBTs
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Organizações de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) de diversas cidades do Rio de Janeiro se reuniram na sede do Grupo Arco-Íris para recepcionar os representantes da ONU, Michel Sidibé e Pedro Chequer hoje (28/3) pela manhã. O objetivo do encontro é fazer um breve panorama dos obstáculos e desafios no enfrentamento da Aids entre a população LGBT no país. O evento também serve para compartilhar informações sobre as políticas da ONUSIDA para o combate da epidemia no Brasil e no mundo.
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“Os diálogos com as organizações que lutam no combate da epidemia do HIV e as pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade são fundamentais e deveriam ocorrer com mais freqüência. [...] O arco-íris é o símbolo da África do Sul, de onde eu vim, justamente porque Mandela lutava contra o estigma e defendia a pluralidade a fim de acabar com o apartheid. Quero levar a ONUSIDA para um próximo nível, focando a população LGBT. Faço parte dessa campanha contra a homofobia não só no Brasil como no mundo inteiro. Queremos salvar vidas, mas sem deixar de resguardar a dignidade!”, afirma Michel Sidibé.
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A presidente do Grupo Arco-Íris, Gilza Rodrigues iniciou a reunião agradecendo a presença de Sidibé e de toda sua comitiva. “É necessário dialogar mais sobre a implementação e execução de ações de combate ao HIV/AIDS na população LGBT. Entendo este encontro como um novo ponto de partida para discutirmos o enfrentamento da epidemia do HIV/AIDS sob a perspectiva dos direitos humanos”, disse a presidente.
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Projetos de prevenção em HIV/DST/Aids, realizados por algumas organizações do Rio foram apresentados com o intuito de expor e exemplificar políticas que são adotadas no estado para combater a doença. Entre eles estão o “Entre Garotos” e o “Laços & Acasos”, ambos realizados pelo Grupo Arco-Íris com financiamento da Fundação holandesa Schoerer. Estes projetos fazem parte das políticas da ONG para o enfrentamento da epidemia no município do Rio e para a formação de ativistas e multiplicadores de “práticas sexuais seguras”. Outros projetos como “Prevenção para Jovens Homossexuais Soropositivos”, da ABIA; “Babadão da Promoção da Saúde”, do Grupo Pela VIDDA/RJ; “iPrEx”, da Fiocruz; e o Programa Ampliação e Extensão das Opções de Testagem Anti-HIV, do Pact Brasil.

O diretor da ONUSIDA-Brasil, Pedro Chequer enfatizou a importância dos esforços do Movimento LGBT brasileiro na formulação, execução e monitoramento das políticas de prevenção do HIV/Aids no Rio. “Apesar de este encontro estar sendo rápido, acredito que ele seja bastante significativo, justamente por propiciar o diálogo entre um diretor da ONU e uma organização que trabalha diretamente com populações em vulnerabilidade, como é a LGBT”, complementou.
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O ativista gay e articulador do encontro Cláudio Nascimento, que também é membro do Conselho Nacional de Combate a Discriminação da Presidência da República enfatiza o ineditismo do encontro e sua importância no combate da doença no Brasil. “Esse encontro é muito importante. É a primeira vez que uma alta-autoridade da ONU vai a um Grupo LGBT brasileiro, reconhecendo assim o papel do movimento LGBT como ator importante no enfrentamento do HIV-Aids. Temos trabalhado para que políticas públicas de saúde sejam permanentes, que combinem estas respostas a promoção dos direitos humanos e ao enfrentamento da homofobia no Brasil e no mundo. Os governos devem canalizar recursos mais consistentes para esta área e se comprometer com a execução dessas políticas. Vamos pedir ao Sr. Sidibé que lidere uma estratégia internacional de monitoramento dos países e cobertura dessas ações de saúde pública mais efetivas junto a LGBT.”
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O encontro também teve a presença do diretor da ONUSIDA-América Latina, Cesar Nunes e da deputada federal Cida Diogo (PT/RJ), que pediu aos representantes da ONU que intercedessem junto ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral pelo fortalecimento da Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.


Fonte: Assessoria de Comunicação - Grupo Arco-Íris
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"BRINGUEDOS ERÓTICOS" FAZEM SUCESSO NO GRUPO ARCO-ÍRIS

Foi concorrida o bate-papo de estreia do colunista do Jornal O Sexo Dr. Jorge Eurico, ontem, na sede do Grupo Arco-Íris.
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Médico Infectologista e Pesquisador do IPEC – Fiocruz e HGNI, além de Coordenador Regional da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro (SIERJ), Dr. Jorge apresentou as últimas novidades dentre os brinquedinhos usados para apimentar uma relação sexual.
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A surpresa da noite foram alguns vídeos mostrados durante a palestra, que, parece que deixou muita gente com calor.
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Ao que tudo indica, o mesmo assunto deverá ser reapresentado em outro local, apesar de nada estar definido.
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Parabéns ao Dr. Jorge Eurico e ao Grupo Arco-Íris pela iniciativa.
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Aguardem que o BLOG SAÚDE & SEXO divulgará a data, local e assunto do próximo bate-papo.
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quarta-feira, 25 de março de 2009

"BRINQUEDOS ERÓTICOS" SERÃO TEMA DO PRÓXIMO ENCONTRO DO GRUPO ARCO-ÍRIS

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Nesta sexta-feira, dia 27 de março, o Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista e Pesquisador do IPEC – Fiocruz e HGNI, Coordenador Regional da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro (SIERJ) e Colunista exclusivo do Jornal O Sexo, estreará sua participação no Grupo Arco-Íris com uma atividade mensal de orientação a toda comunidade LGBT sobre saúde e sexualidade.
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Venha saber e perguntar tudo aquilo que você quer conhecer mais sobre sexo, e assuntos científicos e médicos relacionados ao tema, sem preconceitos!
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Dia: 27 de março de 2009
Horário: 19h30min em ponto!
Local:
Grupo Arco-Íris
Rua Monte Alegre, 167-A, Santa Tereza
(esta rua fica em frente ao Supermercado Mundial da Rua do Riachuelo)
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Informações:
(21) 2222-7286 / 2215-0844

Email:
arco-iris@arco-iris.org.br


Fonte: Grupo Arco-Íris
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sexta-feira, 13 de março de 2009

PARA ERRADICAR A AIDS, por Dráuzio Varella

Convencer a população a fazer o teste anti-HIV é prioridade máxima em saúde pública
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PELA PRIMEIRA VEZ, surge um modelo para acabar com a epidemia de Aids. Pode parecer uma ideia delirante, mas foi proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Tomo a liberdade de fazer uma introdução. Não se desespere, leitor, será breve.
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Introduzida na clínica em 1995, a associação de medicamentos antirretrovirais (conhecida como "coquetel") mudou a história natural da infecção pelo HIV. Antes da existência deles, quando as infecções oportunistas características da fase de Aids se instalavam, poucos sobreviviam dois ou três anos.
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Um dos aspectos mais impressionantes da ação dessas drogas é a capacidade de reduzir o número de partículas virais no sangue. Em alguns casos, o HIV se torna indetectável mesmo por métodos de altíssima sensibilidade, capazes de acusar a presença de uma única cópia do vírus.
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Infelizmente, a indetectabilidade na corrente sanguínea não representa a cura da infecção, porque o HIV persiste no organismo, em santuários fora do alcance do sistema imunológico.
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Um dia, graças à habilidade de sofrer mutações, o vírus se tornará resistente às drogas administradas e voltará a circular com liberdade. Será preciso mudar o esquema para controlar a multiplicação.
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O tratamento que reduz a carga viral no sangue também provoca queda do número de vírus no esperma e nas secreções vaginais, diminuindo a probabilidade de transmissão sexual.
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Agora, vamos ao tema.
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A OMS acaba de publicar, na revista "The Lancet", um modelo que explora "a possibilidade de eliminar a epidemia de Aids por meio da testagem voluntária e do tratamento imediato de todos os infectados".
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De acordo com ele, cada indivíduo infectado que desconhece sua condição transmite o vírus para sete outros, em média, antes de ir a óbito.
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O modelo compara o impacto do tratamento na carga viral nas várias fases da doença, para concluir que a redução do número de vírus nas secreções sexuais logo depois do contágio diminuiria a probabilidade de transmissão em 99%.
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O estudo da OMS usou como exemplo a África do Sul, país em que 17% dos adultos estão infectados pelo HIV. Lá, os medicamentos são fornecidos gratuitamente, a partir do momento em que o exame de sangue acusa um número de células CD4 (alvos da agressão do HIV) abaixo de 350.
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Nessa fase, a previsão é de que a pessoa já teria infectado outras três.
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Mas, se o tratamento tivesse começado logo após o contato com o vírus, ela infectaria menos de uma pessoa, em média.
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Segundo os autores, o tratamento precoce faria a epidemia sul-africana desaparecer em 14 anos. Os gastos com os testes e o tratamento universal dos infectados seriam menores do que continuar combatendo a doença com as armas atuais. Pelos cálculos, em 2015, a África do Sul gastará com testes e tratamento três vezes mais que hoje.
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Há estimativas de que, em 2015, serão necessários US$ 41 bilhões para testar e tratar os 14 milhões de infectados que chegarão à fase de Aids nos países pobres. Atualmente, as doações disponíveis por meio dos fundos internacionais mal chegam a US$ 10 bilhões.Os críticos afirmam que nesses países faltariam fundos para testar tanta gente, treinar técnicos e fornecer os medicamentos, que o vírus poderia se tornar cada vez mais resistente aos antirretrovirais e que ainda existem 7 milhões de portadores do HIV à espera de tratamento.
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Kevin De Cock, diretor do programa de HIV/Aids da OMS, contrapõe: "No mundo, cerca de 3 milhões de pessoas recebem antirretrovirais gratuitamente. Quem imaginou que isso fosse possível?".
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A OMS propõe que sejam feitas pesquisas em escala limitada para avaliar o modelo de testagem e tratamento imediato, antes de aplicá-lo em populações maiores.
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O problema dos portadores que disseminam o vírus por desconhecer sua condição é da maior gravidade. Na África situada abaixo do deserto do Saara, eles representam 80% dos infectados; nos Estados Unidos, pelo menos 25%; no Brasil, apesar do teste ser oferecido pelo SUS, o Ministério da Saúde calcula que metade dos HIV-positivos esteja nessa situação.
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Convencer a população a fazer o teste anti-HIV é prioridade máxima em saúde pública.
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O estudo publicado pela OMS deve ser olhado com o maior interesse, porque ressalta a importância fundamental de testar grandes massas populacionais, além de ousar propor um modelo para erradicação da epidemia, pela primeira vez na história.
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Fonte: Folha de São Paulo, 28/2/09.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

BOÊMIOS DA SENADO É SUCESSO NO CARNAVAL. E VAI DESFILAR NOVAMENTE...



Após o sucesso do desfile de sábado passado, quando uma multidão acompanhou o GRBC BOÊMIOS DA SENADO cantando a prevenção, o bloco vai desfilar novamente.
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Sábado, dia 28/2, para fechar o carnaval, o BOÊMIOS DA SENADO convida a
tod@s para curtir mais uma vez o Carnaval da Prevenção.
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Com concentração na quadra da Rua do Senado às 15h, o bloco desfilará pelas ruas do Centro a partir das 16h.
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Venha você também cantar a PREVENÇÃO com o BOÊMIOS DA SENADO.
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Clique na imagem abaixo e veja outras fotos do desfile do dia 22.
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E veja também o vídeo do desfile:



Sábado, 28/2, venha se divertir com o BOÊMIOS DA SENADO você também.

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

FELIZ CARNAVAL!!! COM SAÚDE E PREVENÇÃO...

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Tempo de prevenção e responsabilidade.
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E prevenção é o tema do desfile do Bloco Carnavalesco "Boêmios da Senado". O desfile acontecerá domingo, dia 22/02 às 15h, com concentração na Candelária às 13h. E deve terminar apenas na Rua do Senado, no Centro, onde fica a quadra do bloco.
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O samba "O Boêmio grita: Prevenção é vida..." é sobre práticas sexuais seguras._
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Os destaques do desfile deste ano são Luana Muniz, Mãe Shirley e Renata Thompson. A atriz Ana Ýcaro promete mais uma de suas polêmicas performances: "Enxurrágua".
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A equipe do estudo iPrEx da Fiocruz, que apóia a agremiação este ano, promete mais um banho de cidadania numa da maiores intervenções contra IST e Aids já vistas no carnaval carioca.
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Só nos resta nos divertir no desfile: TOD@S, domingo, 13h na Candelária.
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Confira, abaixo, a letra do samba:
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NO CARNAVAL

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SE FOR FAZER AMOR,

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USE CAMISINHA!!!

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